quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A lebre e a tartaruga

Eu ouvi esta versão na Expo-Catequese no Rio de Janeiro no início do ano e tive a oportunidade de recontá-la em uma das visitas a Unidade Municipal Pediátrica de Macaé, no dia 12 de Outubro, fui convidada juntamente com a Pastoral da Cultura de Macaé para fazer uma visita a esta pediatria;

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Papai Pelicano e seu filhote





Me contaram esta história.....

"E agora meu amigos uma história vou contar....."



Bem, era uma vez um casal de pelicanos que moravam no alto de uma grande árvore.....

Eles aguardavam ansiosos o nascimento de seus filhotes. Eram 02 ovos que eram chocados às vezes pelo pai, outras vezes pela mãe.

A escolha do local era para que os ovos ficassem em segurança.

Na hora da alimentação os pais se revezavam em busca dos peixes!



Em um dia ensolarado, os ovinhos começaram o processo de nascimento.

Devagarinho iam bicando os ovos, até que estavam completamente libertos!

A felicidade foi intensa para os pais e os cuidados aumentaram!


Certo dia os pais resolveram sair juntos para buscar uma maior quantidade de peixes para toda família e principalmente os filhotes, pois bem, quando já estavam a uma certa distância da grande árvore não perceberam que dois olhos observavam os filhotes.

Os olhos eram de uma cobra que vinha observando diariamente as saídas dos pais.

A cobra foi se esgueirando até o ninho vagarosamente!

Ao chegar no ninho, deu um bote certeiro no primeiro filhote, deixando-o muito machucado, a cobra era gulosa, deixou para comer o filhotinho depois que matasse o segundo e assim ficaria um bom tempo sem precisar se alimentar.


Enquanto isso, os pais retornaram e lá de cima viram a cena.....

Dona Pelicano partiu em direção a cobra e beliscou a danada até deixá-la sem forças. O pai Pelicano tentou socorrer os filhotes e percebeu que um apesar de muito machucado ainda estava vivo, porém o outro fechou os olhinhos num último suspiro.

Papai Pelicano voou em direção ao céu como uma flecha e enquanto voava, arrancava a s penas de seu peito, até que restou tirar pedacinhos do próprio peito sem sentir um fio de dor.


O pássaro retornou ao ninho e lá de cima algumas gotinhas de sangue caíram diretamente no bico do filhote que já não tinha vida.

E o milagre aconteceu!

O pequeno animalzinho abriu os olhinhos enquanto o papai Pelicano aconchegava em suas asas os dois filhote, ao retornar ao ninho mamãe Pelicano entendeu o verdadeiro sentimento de amor!



" E agora meus amigos a história terminou!"

Espero que você tenha gostado!

Gigibeijinhos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A FÁBRICA DA LARANJA



Autora: Marlene B. Cerviglieri


- É tão bonito de se ver, tanto quanto um vaso de flores.

- O quê, mamãe?

- Uma cesta cheia de frutas.


- Frutas, mamãe?

- É isso mesmo.

- Vou te contar uma estória sobre frutas.

- Uma vez havia uma fruteira cheia de frutas na sala de minha avó. Eram tão lindas que eu imaginei que elas conversavam. Encostei minha cabeça na mesa para ouvir a conversa. Sabe o que estava acontecendo? Elas estavam brigando...


- Brigando mamãe?

- Sim, meu filho, brigando.

- Dizia a banana para o mamão:
- Você está vermelho demais, é de vergonha eu creio.

- Nada disso - respondeu ele - pensa que não vi! você está cheia de pêlos e muito branquinha, por isso tem inveja de mim porque eu sou corado.

- Você não sabe nada... – respondeu a banana - não tenho pêlos seu bobinho, são as proteções para minha polpa.

Enquanto isso a pêra empurrava o abacaxi reclamando:

- Chega pra lá, você está arranhando a minha pele macia e delicada.

- Cala a boca, sua chata. – respondeu o abacaxi – você é que quer ficar grudadinha em mim só para sentir o meu perfume gostoso. Vamos, fala a verdade!

A pêra se afastou amuada. A ameixa reclamou da grosseria do abacaxi. A maçã foi logo se afastando para não entrar na confusão. O melão discutia com o cacho de uva que dizia:

- Vou falar com a dona da fruteira. Ela precisa separar as frutas. Estas frutas espinhosas – olhou para o abacaxi – têm de ficar com as de cascas duras amarelas – e olhou para o melão. Senão as frutas delicadas como o mamão, a dona pêra, a dona maçã serão esmagadas.

E assim continuaram a brigar, sem perceber a tristeza da laranja encostadinha neles. Pensava a laranja:

- Ninguém gosta de mim. Sempre escolhem a banana, o mamão e a dona maça. Não devo ter graça nenhuma.

Nesse momento entraram na sala de jantar, minha vovó, meu irmãozinho menor e o teu tio Pedro.

Sentaram-se ao meu lado sem se importar comigo ali deitada fingindo que dormia.

- Veja Pedro, - disse pegando a laranja na mão, - Esta é uma laranja. Quando você a pega na mão, assim, parece que não tem nada, não é mesmo?

- Suco vovó.

- Não meu querido, não é só isso. Veja o que a vovó vai fazer com uma laranja

Pegou a laranja e cuidadosamente tirou a casca. Depois tirou gomo por gomo e colocou no pratinho.

- Veja Pedro vou mostrar a você a fábrica de garrafinhas que a laranja tem.

- Fábrica de garrafinhas?

- Isso mesmo, veja.

Com cuidado tirou a pele do gomo e foi tirando as garrafinhas cheias de suco.

- Que coisa bonita vovó?

- E agora vamos à casca. Vamos parti-la em tirinhas deixa-las de molho e mais tarde farei tirinhas de casca de laranja açucaradas.

- Puxa! quanta coisa não é vovó?

- Ali, fingindo que dormia, meu filho, aprendi muito. Às vezes você está no meio de tantos e se sente nada. Mas sempre há alguém que vem e mostra a você o seu valor chegando ao seu coração.

- Como a laranja mamãe?

- Isso mesmo, filho.

- Sabe meu querido, devemos comer de todas as frutas. É claro que há alguma que o seu corpinho não aceita.

- É, eu sei, por causa da alergia não é mesmo?

- Isso meu querido.

- Sabe mamãe, lá na escola vamos fazer uma salada de frutas. Vou aproveitar para contar a estória para eles.

Na fruteira a laranja estava feliz.


- Puxa não sabia que eu tinha uma fabriquinha dentro de mim...

E agora amiguinhos, vamos comer frutas?



Marlene B. Cerviglieri


Fonte: http://www.contos.poesias.nom.br/afabricadelaranja/afabricadelaranja.htm
Contato: mcerviglieri@uol.com.br mcerviglieri@uol.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A arca de Noé: dedoches

Fiz alguns personagens em feltro, encomenda para uma grande amiga contadora de histórias: Ana Paula!





A história da Arca




A história de Noé e do dilúvio, relatado na Bíblia em Gen 6:11 à Gen 9: 19, é uma história verídica e relata o que aconteceu com a humanidade devido sua desobediência para com Deus e que pode ser experimentada em nossos dias.

Noé era o único homem justo que havia na face da terra. Com retidão de caráter, íntegro, temente a Deus e não dado a falatórios humanos.

Deus havia se arrependido de ter colocado o homem na terra, pois este era carnal e a maldade estava se multiplicando. O gênero humano não poderia continuar neste estado de perdição e assim Deus resolveu destruir toda a terra.

Lembrou-se de seu servo Noé a quem muito amava e mandou que este construísse uma arca, dando-lhe todas as medidas dela em côvados, para que ele e sua família ficassem protegidos e não fossem devastados pelas águas que destruiriam o mundo.

Noé começou a construção da arca e todos zombavam dele pois não acreditavam em suas histórias de destruição do mundo, mas mesmo assim, ele acreditou e obedeceu a palavra de Deus.

Chegou o dia de entrarem na arca e Noé fez tudo como Deus havia mandado. Na arca deveriam entrar: Noé com sua mulher, seus filhos com suas esposas e sete pares de animais e aves dos céus que possuem fôlego, para que fossem conservadas as sementes sobre a face da terra.

A chuva começou a cair e inundou toda a terra. Todos os seres vivos que não estavam dentro da arca morreram.

Depois de um período, a chuva parou e a arca vagava sobre as águas, totalmente sem leme e todos os que estavam dentro dela não sabiam onde estavam, mas confiavam que Deus não os havia esquecido.

Em um determinado dia a arca parou, incrustada no ararate. As águas baixaram, mas mesmo assim não era possível descer da arca.

Noé soltou um corvo e este não retornou à arca. Passados alguns dias, Noé soltou uma pomba e esta retornou.

Passados mais alguns dias, Noé soltou novamente uma pomba e esta retornou com uma folha nova de oliveira.

Chegada a hora de saírem da arca, todos os que estavam dentro dela foram saindo e tomando posse da terra. No céu surgiu um arco-íris, como sinal de que nunca mais Deus destruiria a terra.

Noé, em agradecimento, ergueu um altar e ofereceu um holocausto e Deus continuou achando graça nele.





Referências:

• Dicionário Bíblico

• Aurélio Buarque de Holanda Ferreira - Editora Nova Fronteira

• Bíblia de Referencias Thompson - Editora Vida

• Bíblia Revista e Atualizada no Brasil - Sociedade Bíblica do Brasil

O voo aventureiro da Vaquinha Cheirosa


História criada pela escritora Regina Selma Mesquita Lisboa.



Era uma vez uma vaquinha toda pretinha, somente com uma manchinha branquinha entre os olhos.
Mas, Cheirosa não gostava de sua cor, não gostva de andar pisando no chão e era muito infeliz.
Um dia, pediu a Deus em sonhos.......




Você quer saber o final ?

Conheça esta bela história!

Para estimular os leitores, ampliei a imagem e coloquei no mural...
Iremos trabalhar o livro e no dia-a-dia iremos estimular "provocando" no espaço leitura de imagens, charadinhas, pistas etc.

Finalizando a pintura da Vaquinha Cheirosa



Antes de ler o livro, reflita, o que eu pediria a Deus?

Tenham todos uma ótima leitura!

terça-feira, 19 de julho de 2011

3ª Expo-Rio Cateqese: A lebre e a tartaruga

Quem não conhece a história da lebre e a tartaruga?
Esta adaptação foi belíssima com a introdução do Evangelho sobre PERSEVERANÇA  e FÉ!













O final da história foi bem criativo, a tartaruga fala da Bíblia com a lebre!



Quem tem fé vai longe!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O dia em que as cores brigaram

Recebi de Tia Lili (Coodenadora da Pastoral da Família e Catequista)  esta belíssima história de  Ana Paula Merigo de Oliveira Ferreira, irei me preparar para contá-la!
Esta história me faz lembrar de Flicts de Ziraldo. Amos suas histórias e ilustrações!
Bem, aproveitando os gifs, rei ilustrar esta história!




O dia em que as cores brigaram





Mais um dia está começando... o sol está brilhando forte no céu azul, os passarinhos cantam alegremente, dá para sentir o cheiro de pão quentinho da padaria do Sr. Joaquim, muitas pessoas estão indo para o trabalho e as crianças para a escola. O dia está perfeito!






Mas num cantinho do céu, onde mora o arco-íris, o dia não começou bem. Todas as cores estavam brigando, elas queriam ver quem era a mais importante.




A cor verde disse: “Eu sou a mais importante porque dou a cor para as matas e florestas que cobrem o mundo” . O amarelo repreendia: “É nada, eu sou mais importante porque dou a cor ao ouro: um metal muito valioso e também ao sol que é fonte de calor”. O azul não concordando falou: “Vocês não são de nada, a minha cor está no céu e no mar, por isso sou mais importante”.




A discussão foi ficando cada vez mais séria, até que todas as cores resolveram se separar, foram cada uma para um canto. Por causa desta briga o mundo todo ficou sem cor, tudo ficou sem graça e as pessoas estavam muito tristes.




Então, um homem já velhinho, vendo toda a confusão que as cores causaram, convocou uma reunião no céu. Todas compareceram no horário marcado. O homem quis saber o que estava acontecendo e porque todas as cores haviam brigado. O vermelho começou: “Porque eu sou a cor mais importante, sou a cor que representa o amor”. O branco retrucou: “Não é não, eu sou a cor da paz, por isso sou mais importante que você”. Todas as cores começaram a falar ao mesmo tempo e a discussão foi geral. Para acabar com toda a confusão o homem levantou-se de sua cadeira, olhou para todas as cores, pegou um lápis e desenhou um arco-íris. Em seguida ele disse: “Essa é a discussão mais boba que eu já vi. Não existe cor mais importante que outra, vocês precisam estar unidas para serem importantes, olhem para este arco-íris que desenhei, ele não tem uma cor só e sim todas as cores. Além disso, foi o Papai do Céu que criou vocês unidas para serem exemplo. A cor laranja perguntou: “Exemplo de que?” O homem respondeu: “Exemplo de amor, união e aliança. Quando o papai do Céu criou o arco-íris ele queria que todas as pessoas do mundo se lembrassem do grande amor que ele tem por todos. E quando acontece brigas, discussões e desentendimentos, tudo perde a cor, fica sem sentido e sem graça, assim como a discussão de vocês”.




As cores resolveram fazer as pazes. A alegria voltou para o mundo que ficou colorido novamente e o arco-íris brilhou no céu. O homem ficou muito feliz em poder ajudar as pessoas a lembrarem do amor que Deus tem por cada um de nós, pois foi com este homem que Deus, nosso paizinho, selou a Aliança de Amor com todas as pessoas do mundo.





A propósito, o nome deste homem velhinho é Noé.





Autora: Ana Paula Merigo de Oliveira Ferreira (Todos os direitos reservados)

Fonte das gifs de cores: http://gifs-ilustrartista.blogspot.com/2009/03/cores-prismaticas.html

O quintal de Dona Raimunda

O quintal de Dona Raimunda
Uma história que enCANTA!